sábado, 12 de janeiro de 2008

Fotojornalismo (4)

A onda de violência em Ruanda começou no dia 6 de abril de 1994, logo após a morte do presidente Hutu do país, aparentemente causada por um míssil disparado contra seu avião. Os refugiados ruandeses foram para a região de Goma, no Zaire (atual república Democrática do Congo). A imagem anexada mostra três crianças do orfanato sos, onde abrigava 4 mil órfãos e seu número crescia diariamente. No campo de Kibumba, milhares de ruandeses morriam todos os dias, vítimas de uma das mais horríveis tragédias da história recente. A maioria deles tinha a esperança de que a fronteira fosse reaberta logo.
Foto: © Sebastião Salgado (Êxodos)

4 comentários:

Luis disse...

Assustador...tive a opostunidade de assistir a pelo menos 2 matérias jonalisticas e 1 filme sobre o assunto. Entre as imagens guardadas na retina, um rio, repleto de corpos em decomposição e o flagrante de um grupo de pessoas ao chão, sendo "desmembradas" e esfoladas a golpes de terçado à sangue frio por um adversário de etnia diferente com roupas civis.

Somando o processo de colonização ao período escravocrata, às guerras civis, a fome, a aids e a pobreza, me pergunto qual a motivação principal para tanta violência aos povos africanos?

meg disse...

Oi Luis,

Eu também assisti a um documentário e a um longa metragem (ficção). Equipes de força pela paz e equipes humanitárias de vários países, Bélgica, Inglaterra, Holanda e outros. Quanto aos Estados Unidos não interessa intervir onde não há lucro, as esmeraldas já tem dono. Outra coisa, tanta gente com fome no mundo e o Vaticano acumulando riquezas, isto é, papando tudo. E agora tudo volta a acontecer no Quênia. A história tem um sentido?
Beijos

Longuiño disse...

É amiga, a desgraça humana é de arrasar. Chorei... dá vontade de procurá-los e dar a vida que eles merecem. Bjs.

Meg disse...

O seu coração é enorme, quem o conhece sabe disso. Que bom que você existe Longuiño!
Beijos

O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer. (Albert Einstein)